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Quinta-feira, Outubro 16, 2008

LA BRUTE!

Game-mania frances bem legal!
Tu cria o personagem e vai ganhando habilidades conforme for lutando com outros jogadores.
Legal q é tudo meio aleatório e na luta vc não controla o seu personagem.
Pra quem quiser tentar a sorte, me desafie ae pra um quebra: http://el-escama.labrute.fr/
É só ir escrevendo teu nome q o jogo vai te dando caracteristicas, se não curtir, tu mesmo muda.

DISCO NA AGULHA: "BEING TO HOPE" - REGINA SPEKTOR

Segunda-feira, Outubro 13, 2008

Esclarecendo as lendas que envolvem minha enigmática pessoa explico agora:
A RELAÇÃO ENTRE A SOLIDÃO & el escama, O COVER DA MÃE DINÁH:

Caceta! Essa série não dá as caras no blog desde meados de 2003 (Sim! Estamos no ar desde de 2003!!! Humanidade: desculpe por tudo!). Mas vamos ao q interessa...

Ah, a minha tão querida solidão! Minha musa inspiradora! Meu único e verdadeiro amor! Assim como Thanos ama a morte, eu amo a solidão. Parece triste? Não é.

Não sei qdo começou exatamente. Eu lembro de tudo na minha infância, mas o ínicio desse gosto por ficar só não lembro mesmo. Sei q, por mais q eu tivesse amigos lá em São Marcos-RS (onde me criei gente), eu sempre dava um jeito de ficar sozinho. Desde molequinho mesmo. Claro q brincava com as outras crianças naturalmente! Mas me lembro muito bem de ficar dias trancafiado dentro de casa brincando sozinho. A imagem de ver os meus amigos no térreo do prédio onde eu morava enqto eu estava no mundo encantado do meu quarto é bem clara na minha memória. Uma das minhas diversões favoritas era a de desenhar os bonequinhos e recorta-los para ficar brincando com eles. Nessa onda eu tinha praticamente todos os brinquedos do mundo. Qualquer coisa q eu queria, desenhava e, na minha imaginação, aquilo era a verdade e pronto! Teve uma vez q fui passar as férias em, Marília-SP, na casa da minha avó. Adorava pq era uma cidade grande em relação a que eu morava, tinha meus avós q me mimavam com presentes e guloseimas infinitas e, pra completar, meus primos queridos q eu amava como se fossem irmãos (apesar de hj não ter mais contato, ainda sinto algo muito especial pelos caras...). Buenas, qdo cheguei eles estavam viajando e só voltariam dali uns dias. Nesses dias recortei um milhão de bonequinhos q, no verso do papel, tinha outro desenho (q era aquilo q eles se transformavam). Criei todo um universo e mergulhei fundo no autismo. Tanto q qdo meus primos voltaram, eu não fui ver eles, eheheh! Um dia eles foram me visitar na avó meio q putos pelo desprezo e eu mostrei o motivo. No começo (assim como todos os amigos pra quem eu revelava essa mania) estranharam e acharam idiota. Pois bem, voltaram dois dias depois com quilos de personagens deles mesmos recortados nos mesmos moldes dos meus, hahaha! Misturamos nossos personagens e foi muito divertido. Lembro da alegria q eu senti no momento em q eles mostraram os personagens deles. Putz! Alguém entendia aquilo q eu fazia sozinho! Sempre achava q ou eu era louco ou genial. Naquele dia fiquei muito orgulhoso de mim mesmo.

Tempos depois acabei realmente me mudando pra Marília. Não sei se o fato de ser "estrangeiro" foi o fator principal, mas não fui muito bem recebido na primeira escola q entrei na cidade e acabei sofrendo perseguição pelos valentões de plantão. Como não fiz muitos amigos por lá (até pq morava longe da escola e complicava pra visitar os poucos q fiz) acabei me isolando muito nos quadrinhos e, nessa época, já er a uma "criancice" recorrer aos recortes fantasiosos. A solução? Futebol de botão! Eu tinha uma mesinha e todos os times do campeonato brasileiro. Simplesmente criei um campeonato com tabela, regulamento, escalação dos times e disputava num universo onde eu era narrador, comentarista, repórter de campo, técnico, jogador, torcida e tudo mais q se imagine q tenha no esporte bretão. Disputava eu contra eu mesmo. De forma imparcial. O São Paulo não era campeão de todos os torneios! Poizé... TODOS os torneios! Foram disputados uns 20 no mínimo. Todos longos pra dedéu. E o escudo do campeão era desenhado na borda de madeira da mesa do botão (assim como é gravado na taça da Libertadores). Tbm me aproximei mais dos meus primos, claro! A gente se via nos fins de semana e jogava muito video-game (eles até tentaram, mas não entraram na onda do botão pq, depois de jogar tanto, eu era praticamente imbatível!). Nessa época comecei tbm a mergulhar de forma mais definitiva na audição de discos.

No ano seguinte mudei pra uma escola perto de casa, me enturmei facilmente e esse poderia ser o fim dessa stória de autismo. Porém (TEM SEMPRE UM PORÉM!!!), um amigo me mostrou um poema q ele mesmo escreveu. Fiquei puto! Como alguém se atrevia a ter uma idéia genial antes de mim??? Por influência dele, entrei na aula de violão. Ele largou antes de um mês, eu continuei. Pouco tempo depois, musiquei aquele poema dele e, pra não deixar por menos, escrevi minha primeira canção. Eramos compositores parceiros! Sonhavamos com a banda q montariamos (Egg Purple) puxada pelos dois hits evidentes q tinhamos acabado de escrever: "Crepúsculo da vida" e "De que nos serve a vida?" (Putz, q vergonha! Mas dá um desconto.. eu tinha 15 anos e, como todo idiota dessa idade, achava q dava pra salvar o mundo). Embora as músicas fossem podres, o lance de escrivinhar uma canção mexeu de forma muito forte comigo e mudou a direção da minha vida totalmente. Confesso: me tornei um junkie na eterna busca pelo prazer q a picada proporciona. A partir dessa época, toda vez q ficava sozinho, estava pensando em letras ou arranjos pra alguma música minha.

Nem sequer importa a nova mudança de escola pra uma q não gostava ou o retorno pra outra onde fiz novos ótimos amigos. Os motivos pelos quais eu acordava eram ouvir e compor música. Cada vez mais e de forma mais apurada. E pra q isso ocorresse eu precisava estar só. Tanto pra ouvir meus discos com atenção qto pra escrever minhas canções. Foi por esses tempos q comecei a namorar. No começo tudo era novidade, claro! Queria mais ficar perto da namorada do q só. Mas depois o meu verdadeiro amor passou a gritar mais forte novamente. Não foram poucas as vezes q me isolava num quarto dentro da casa da própria namorada para ler um livro ou tocar violão. Todas as mulheres q passaram, passam ou passarão pela minha vida tem q ter um certeza: Eu só faço juras de amor ou declarações públicas de afeto pra solidão. Só ela vai ter a minha atenção de verdade. Então é bom se conformar q, na minha preferência, o máximo q alguém vai conseguir é ser vice. Não é fácil, eu sei. Sempre rola um ciuminho e incompreensão. Mesmo q falem q entendem, q "ficar só pra refletir é necessário", na verdade, é só da boca pra fora. Na real ninguém entende isso direito.

Atualmente tenho crises de abstnência de solidão. Estou morando em Londrina-PR e vivo cercado por muita gente. Toda vez q volto pra Marília (pra comer comida da mamãe) eu aproveito pora ficar só. A maioria das vezes q viajei pra lá e não botei o pé pra fora da casa. Deve chatear os amigos q querem tomar uma no boteco pra colocar o papo em dia, mas qdo volto a ficar absolutamente só isso deixa de ter importância e eu me entrego pra ela. Phoda! É um dos atuais desafios da minha vida: tentar conciliar uma vida social com um amor verdadeiramente puro. Não entende? Não faz mal. Só ela me entende mesmo.

DISCO NA AGULHA: "UMA TARDE NA FRUTEIRA"- JÚPITER MAÇÃ

Domingo, Outubro 12, 2008

Melhores shows do Demosul 2008 segundo el escama:

- TERRA CELTA
Com sua mistura de música tradicional céltica e referências de cultura pop somadas a assombrosa presença de palco e simpatia (sem ser pedante) dos integrantes, conseguiram facilmente levantaram a galera. Poderiam ter sido escalados mais pro final do festival.

- SUBBURBIA
Apesar de não ter tocado no palco principal, levou seu próprio técnico de som e conseguiu ser ouvido num ambiente onde a acústica não ajudava muito. Claro q qdo os músicos são bons, o mesário já tem meio caminho andado para o sucesso. Foi o caso! Ótimas canções para dançar. Apresentação mais redonda do evento.

- O LENDÁRIO CHUCROBILLYMAN
One band man. Foi o único (além das atrações principais) q fez um bis. Ovacionado pela platéia q estava tão surpresa qto o próprio músico pela receptividade. A maior cartase coletiva dos três dias, sem dúvidas! Deveria ser escalado pra abrir todos os festivais do Brasil daqui por diante, hehehehe!

- VANDALUZ
Psicodelia, peso, musicalidade e poesia. Boas letras e interpretação azeitada. Mandaram muito bem!

- MAMAQUILLA
Qdo o reggae passa a ser jazz. Mandaram 90% do show com inéditas q estarão no próximo disco "Pulso forte" q vai dar o q falar. Jogando em casa (na Concha Acústica) a torcida ficou a favor e somou na vibe positiva, evitando o toró q ameçava acontecer durante todo o dia.

- OS CÉTICOS
Folk de primeira! Uma pena terem tocado tão cedo. Valeu a pena para as poucas testemunhas q se deliciaram com as pérolas desfiladas.

A nota negativa vai pro fato da única cerveja vendida no evento ser a Sol. Muito triste!

DISCO NA AGULHA: "UMA TARDE NA FRUTEIRA" - JÚPITER MAÇÃ

Quarta-feira, Outubro 08, 2008

Mudando um pouco os ares.
Conhecendo um pessoal fora do meio musical por aqui. Finalmente!
Acredito não ser muito saudável conviver com um só tipo de gente.
Novos ares, novos papos, novas compreensões.
Preciso sociabilizar, ehehehe! Coitadinhos...
Aguardem mais amigos no orkut, putz!

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joio&trigo
Povo aqui fala q não é todo mundo q entende minhas piadas. É phoda!
Gosto de testar gente nova com agulhadas.
Quase sempre na base de humor negro e escatologias.
A maioria sai correndo chorando com 5 minutos de conversa.
Quem sobra, cresce no meu conceito e passa a ser um possível amigo.
É meio q uma forma de manipular um público alvo meu.
Sempre fiz isso. Desde molequinho.
Acho q sempre fui publicitário mesmo antes de pensar em ser, viu?

DISCO NA AGULHA: "MARÉ" - ADRIANA CALCANHOTTO

Segunda-feira, Outubro 06, 2008

- O retrato de Dorian Gray
- Paçoca
- E aí, meu irmão, cadê vc
- óbvio&ululante
- Trem das onze
- Amores inúteis?
- Matando saudades
- Deixando os 100%
- Contacto!
- Mjolnir
- Violão
- Sem cel
- Tutor
- Querendo o engano
- Traças
- Só
- Abstinência

DISCO NA AGULHA: "SOU" - MARCELO CAMELO