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Segunda-feira, Fevereiro 25, 2008

- Meu nome não é Johnny
- Tem TV mas não ligo
- Coca-Cola
- Picanha
- Como leve pluma
- Primeira edição
- Primeiros desenhos
- Tem q ter meio campo!
- Titanic concretizando-se
- Peixe de arromba
- Se a minha timidez falasse...
- 27
- 08
- 19
- 102
- "Bost!"

DISCO NA AGULHA: "SMILE" - BRIAN WILSON

Segunda-feira, Fevereiro 18, 2008

AAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH


A trinca está novamente formada: George Lucas, Spielberg e Harrison Ford. Será q vai lotar em breve num cinema perto de vc?

OUVI ONTEM DE NOITE: "UMA TARDE NA FRUTEIRA" - JÚPITER MAÇÃ

Segunda-feira, Fevereiro 04, 2008

loucura não faz sentido...

Na frente do espelho tudo parece verdade. Na verdade tá tudo invertido e nem sempre divertido. Ao ver meu rosto lotado com caroços parecidos com milho de pipoca, achei normal. Afinal, sempre tive espinhas espalhadas pela face. Mas meu sangue gelou ao ver q perto da orelha e descendo de forma cada vez mais agressiva pelo pescoço, uma espécie de irritação alérgica dirigia-se até minha nuca. Girei a cabeça e notei um grande caroço negro (grande mesmo... um pequeno Everest podre) e lá no alto, nada mais nada menos, q uma mutuca ou varejeira do tamanho de um isqueiro q, provavelmente, estava se alimentando do meu sangue.

Já falei sobre a raiva q tenho desses insetos q tentam se alimentar do meu sangue? Poizé, Zé! Eu não consigo admitir tamanha ousadia. Chame de transtorno obsessivo compulsivo se quiser, mas eu não prego os olhos enquanto não me certificar q não tem nenhum pernilongo ou bicho do gênero no cômodo onde vou dormir. Mato todos. Pacientemente e com prazer.

Primeiramente, me segurei pra não desmaiar com tal visão nojenta e desesperadora. Depois espantei o pequeno monstro q alçou vôo e tentou retornar ao mini Everest. Não é preciso dizer q estraçalhei a vida desgraçada desse ser q explodiu me sujando de sangue. Meu sangue.

O milho na minha cara deduzi q seriam ovos. Cutuquei e nada além de dor. Estavam cravados na minha pele. Eram 11 ao todo. Peguei uma faquinha afiada na cozinha, respirei fundo e, como se fosse uma alavanca, consegui arrancar o primeiro caroço q estava no centro da minha testa já suada pela tensão. O suor misturava-se com o sangue q jorrou da perfuração e com minhas lágrimas que rolavam por causa do corte e tbm por vaidade. Sim, por menos vaidoso q eu fosse, meu rosto não ficaria intacto aos traumas. Além disso, me preocupava demais um dos caroços estar na minha pálpebra direita. Aquele eu arrancaria por último.

Após sacrificar meu olho, perguntei o pq de um deus permitir uma coisa assim. Qual seria o papel de um bicho daqueles no ecossistema? Será que eu ainda conseguiria alguma phoda com o rosto em frangalhos? As meninas tem algum fetiche por tapa-olhos? O meu médico tinha falado pra eu tomar a aspirina com água ou chá de lírio?

Putz! Que cagada.

DISCO NA AGULHA: "CARROSSEL" - SKANK