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Segunda-feira, Fevereiro 26, 2007

Só aguardando...



Bah, Os 300 de Esparta.
Aiaiaiaiaiaiaiaiai....
Já vi o trailer e inté as cores dão o tom pastel da aquarela de Lynn Varley!
Minha aposta pra 2007.

DISCO NA AGULHA: "CANÇÕES DENTRO DA NOITE ESCURA" - LOBÃO

Quinta-feira, Fevereiro 15, 2007

PREVEJO que esse som é DOS BÃO!



Se existe uma vantagem em ser Clark Kent é a de que ao terminar a primeira audição de um disco desse naipe, eu poderia me dirigir na velocidade da luz nas máquinas que prensam os jornais de todo os lugares e soltar o clássico bordão "PAREM AS MÁQUINAS!" pra colocar como manchete "VC MERECE CONHECER O LIXO EXTRAORDINÁRIO".

Exagero? Certamente. Porém (TEM SEMPRE UM PORÉM!!!) não é todo dia que sai do forno um disco tão bem tratado. Produção impecável. Arranjos desafiadores. Letras que me fazem pensar seriamente em iniciar algum curso de caligrafia só pra escrevê-las da forma como elas merecem aparecer. Enfim, um disco cuidadosamente lapidado, moderno, inteligente, estimulativo, experimental e que não perde a veia pop. Parabéns ao Batone!

Sei que estamos no começo do ano, mas esse será o disco a ser batido em 2007.

E aqui. vcs baixam ele quase inteiro DE GRÁTIS!

DISCO NA AGULHA: "LIXO EXTRAORDINÁRIO" - BATONE

Sexta-feira, Fevereiro 09, 2007

- Assistindo Band of Brothers.
- Aquecendo para "O inimigo de deus".
- Ouvindo o primeiro do The Killers.
- Ainda fazendo as contas.
- Decidindo se é vip ou não no Waters.
- Compondo sem usar instrumentos.
- Elenco quase renovado.
- Cinema direto.
- Pão de alho.
- Entrevistas longas.
- Gostando demais de pessoas de menos.
- Se achando um cara decente.
- Colocando uns dogmas nocivos na cabeça.
- Sem esperança na humanidade.
- Saindo mais do que queria sair.
- Gostando do reflexo.

DISCO NA AGULHA: "GRAM" - GRAM

Terça-feira, Fevereiro 06, 2007

Eu sou um poço...
raros momentos imbecis q marejaram os olhos deste ser em 26 anos

- O instante em que a falta cobrada por Raí estufou as redes de Zubizarreta na final do mundial interclubes no dia 13 de dezembro de 1992;
- A primeira vez q ouvi o vinil do disco "Filmes de guerra, canções de amor", em 1993, exatamente na imenda entre "Ando só" e "O exército de 1 homem só!";
- Depois de uns 10 anos, assisti "Fivel" de novo e senti bastante no momento em q o pequeno camundongo reencontra seu pai;
- Luau-indoor do João Luís Woerdenbag Filho, durante a execução da ainda inédita "A vida é doce" , acho q foi em 1998;
- No cinema, em "Homem-Aranha 2", na cena em que ele desmaia depois de parar um trem e o povo de NY dá uma força pro cara, reconhecendo seu valor, apesar da publicidade negativa sempre promovida pelo Clarim Diário;
- Ao final de "Because", na minha primeira audição do "Love";
- Assistindo uma matéria com o ex-volante Pintado, no Globo Esporte, onde ele finaliza dizendo q a parcela de sorte dele no mundo foi jogar no tricolor paulista.

3 vezes por música, 2 por cinema e duas por futebol... afffff...
Acho q só tbm...

DISCO NA AGULHA: "PLASTIC SODA" - JUPITER APPLE

Quinta-feira, Fevereiro 01, 2007

Pensar é fazer música

Ainda passando pela fase de superprodução. Nunca fiz tanta musica seguida na vida. E, pelo visto, tem mais a caminho! Inclusive retomar umas inacabadas q eu acho bacanas. Ao mesmo tempo tenho q tentar segurar o freio de mão e ficar com o pé atrás sobre isso. Explico: sempre evitei fazer musicas em curto espaço de tempo pq existe a tendência dos temas se repetirem. Já vi isso nas duas últimas q parecem falar algo sobre a água batendo na bunda. Com grandes diferenças estéticas e sonoras, porém (TEM SEMPRE UM PORÉM!!!), a principio, percebo semelhanças na mensagem.

Aí o Coruja vai comentar: "do q adianta fazer música se tu não mostras pra ninguém?". Ah, essa é fácil de responder! O lance é q eu escrevo pra ficar bem comigo mesmo. Simples assim. Quem já fez uma música sabe a sensação q dá qdo tu termina ela. Maldita hora em q fiz a primeira música da minha vida! Me tornei um junkie atrás da picada do prazer. Não tem comparação com nada nesse mundo! Nem q depois de uma semana eu ache a canção uma merda e queime, mas o q vale é aquela sensação...

Sem falar q economizo dinheiro q gastaria com psicólogo tecendo canções. Faz bem pra auto-estima e é uma forma muito interessante de se conhecer. Desde o momento q vc tá sozinho lá no quarto escuro procurando aquela palavra ou acorde no violão, até qdo cai a ficha do q tu quis dizer meses depois da coisa pronta.

Então não tenho pq ter pressa de gravar essas porqueiras q escrevo. Se um dia, eu me sentir a vontade pra isso, faço. Mas, a principio, a minha música serve pra q eu possa me enxergar/ouvir com mais clareza. E, pra mim, basta!

DISCO NA AGULHA: "TUDO NOVO DE NOVO" - MOSKA