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Segunda-feira, Outubro 06, 2008

- O retrato de Dorian Gray
- Paçoca
- E aí, meu irmão, cadê vc
- óbvio&ululante
- Trem das onze
- Amores inúteis?
- Matando saudades
- Deixando os 100%
- Contacto!
- Mjolnir
- Violão
- Sem cel
- Tutor
- Querendo o engano
- Traças
- Só
- Abstinência

DISCO NA AGULHA: "SOU" - MARCELO CAMELO

Segunda-feira, Setembro 29, 2008

A DIFERENÇA ENTRE O SER E O ESTAR
Uma coisa é falar "Eu sou phodido!" outra coisa é "Tô phodido!".

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O desinteresse venceu o medo e a esperança.
Sinto falta das discussões acaloradas de antigamente sobre política. Antes do Lula e do mensalão matarem a esperança e, conseqüentemente, o interesse das pessoas, era legal. Claro q ainda existem os engajados idiotas. Mas esses são chatos e tristes. Não gosto deles. Nem de discutir política mais. Sempre pensei q estaria me estuprando ao anular um voto meu, mas já estavam me estuprando a muito tempo.

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É sempre lindo andar...
Estive em São Paulo semana passada. Aí rola todo um lance saudosista por ser minha terra natal e tals. Acho q não moraria lá, mas gosto de passear e observar. Fiquei uma hora parado de pé em frente ao Masp só olhando o povo andando na Paulista. Como ando com mania de biografar mentalmente os estranhos q cruzam comigo (talvez, em breve, um post sobre isso...) já deu pra sentir q eu viajei na maionese totoso. Muitas cabeças no mar de gente. Muita diversidade. Sempre lembro de uma frase do André Abujamra q peguei pra mim e diz "amo a diferença pq ela une o mundo".

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Sou fraco!
Acabei quebrando uma promessa q fiz pra mim mesmo de não comprar CDs esse ano. Levado pra passear nas Grandes Galerias, estava todo orgulhoso de mim, resistindo a tudo (já tinha passado sem consumir nas lojas mais perigosas como a Baratos Afins) qdo me deparei com o disco original da trilha do E aí, meu irmão, cade vc?. Putz! Não teve jeito: paguei uma nota chorando de alegria.

DISCO NA AGULHA: "ARTISTA IGUAL PEDREIRO" - MACAGO BONG

Sábado, Setembro 20, 2008

PREVEJO QUE ESSE SOM É DOS BÃO:


Eu poderia fazer algo q nunca fiz nesse antro e ficar tentando falar tudo o q a obra do Sr. Gessinger representou pra minha vida.
Melhor não. Já sou muito zoado por gostar pelos q odeiam, e pior, talvez, algum freak fanático pelo cara não entenda q minha relação é tão diferente do q a visão pobre, infeliz e cega q apenas um fã poderia ter, e (como um Chapman da vida) tente me matar.
Prefiro falar q gosto da simplicidade e do amadorismo.
Gosto de verdade da verdade.
Gosto do forno fechado.
E todos esses ingredientes tem nesse bolo.

BAIXA O DISCO NOVO ENQUANTO LÊ, PORRA!

Pouca Vogal, o novo projeto, é muito bacana. Até pq torna tudo mais simples ainda!
O acerto com o novo parceiro ficou leve e delicado, pesado e forte. Difícil entender o contrasenso? Poizé, Zé... é assim q deve ser. Duca Leindecker (Cidadão Quem), apesar de ser 50% do duo, é coadjuvante na stória. A maioria das músicas é do velho Gessinger (q já começa a exibir barba branca, podendo assumir em breve o posto de sósia do Sivuca ou/e do Hermeto Pascoal) e as do guitarrista tem grande influência da engenharia hawaiiana.

Humberto parece ter se livrado de uma amarra invisível e imaginária q o mantinha numa liberdade moderada dentro dos Engenheiros. A dupla não traz a mesma sensação do Humberto Gessinger Trio (primeira aventura solo, de 1996), onde ficava muito claro quem era o líder dos Engenheiros do Hawaii. Não parece a velha banda. Mas (disso ninguém tem como fugir) continua sendo ele mesmo. Percebi ao mostrar a faixa "Pouca Vogal" pra um amigo, dizendo q era um amálgama entre "A banda" do Chico Buarque e "Lucy in the sky with diamonds" e que era algo super diferente dentro da obra do cara, mas nas primeiras 4 palavras da música (Pouca vogal polka trilegal), o ouvinte já me olhou torto e disparou "Mas ele continua fazendo essas coisas horríveis?", hehehe! Pior que tá certo.

Minha favorita é "Pra quem gosta de nós". Desde q foi lançada como candidata a entrar no último disco dos Engenheiros é a que considero melhor música dos últimos tempos do alemão (ao lado de "Força do silêncio" parceria com Duca, gravada no último disco do Cidadão Quem). Levada na viola caipira e com uma letra sensacional, a canção fecha o disco de forma mágica e emocionante com um último refrãozinho à capela.

Se funciona? Não importa. Aqui o q tá contando é a alegria do criador. Porém (TEM SEMPRE UM PORÉM!!!), numa realidade onde Vanguart e Mallu Magalhães estão em alta, não seria surpresa se o folk do Pouca Vogal fizesse algum auê aí.

DISCO NA AGULHA: "POUCA VOGAL" - POUCA VOGAL

Quinta-feira, Setembro 11, 2008

Andei andei andeiiiii...

Ando recomendando pra uma galera esse filme, não custa falar dele aqui tbm...

ENCONTRANDO FORRESTER figura facilmente no meu top 10. Não é um pusta filme do caralho q mudou meus conceitos sobre a sétima arte, porém (TEM SEMPRE UM PORÉM!!!) me cativou de uma fora muito maluca. Talvez esse seja o grande responsável pela maneira como escrevo os "loucura não faz sentido". O Sean Connery passa a receita bonitinho num dos momentos do filme onde o meu cérebro explode.

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Ando curioso: reza a lenda q sai hj pra download 8 faixas do novo projeto do Sr. Humberto Gessinger em parceria com o Duca Leindecker (Cidadão quem) q leva o bom nome de Pouca Vogal. O véio HG parace empolgado qdo fala disso... é esperar (e não pagar, hohoho!) pra ver.

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Ando conversando com muita gente mais nova do q eu. E me surpreendendo! Tudo bem q tenho q explicar 80% das referências q falo (cito muita coisa tosca dos anos 80 e 90... se nem quem viveu se lembra, imagina os novatos!), mas com eles tenho paciência. Me sinto meio tutor, hehe!

Sempre tive muito pré-conceito com pessoas mais jovens. Mas, pensando bem, qdo eu tinha 17 anos, os mais jovens tinham 10... hj os mais jovens tem 17. Poizé, Zé... rumo aos 102!

Eu tinha vontade de fazer um post só sobre esse assunto, mas alguns deles estão entrando nessa esquina da web e já tão se achando demais por eu elogiar via MSN ou ao vivo mesmo. Imagina se faço um post exclusivo pra eles...

Na verdade, sou comunista e como criancinhas.

DISCO NA AGULHA: "O CORAÇÃO DO HOMEM BOMBA VOL.1" - ZECA BALEIRO
(que ótimo disco pra se ouvir justo num 11 de setembro, né? Obrigado Osama!)